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Comprido
(Anésio dos Santos)
1928 - 03/01/2005

Compositor.

Autor de diversos sambas-enredos e sambas de terreiro muito conhecidos no morro de Mangueira.

Trabalhou como vendedor ambulante e manteve pequeno comércio no Morro da Mangueira.

Integrou o corpo de pesquisadores em projeto da Prefeitura do Estado do Rio de Janeiro para a recuperação da memória musical da Ala dos Compositores da Mangueira, da qual foi presidente.

Campeão dos carnavais nas décadas de 1950 (uma vez), 1960 (quatro vezes) e 1980 (duas vezes).

Em sambas-enredos, foi parceiro de Arroz (Estélio de Almeida Campos), Jurandir da Mangueira, Hélio Turco, Zagaia, Pelado e Leléo.

Em 1962, a Mangueira desfilou com um samba-enredo de sua autoria "Casa grande e senzala" (c/ Zagaia e Leléo), classificando a escola em 4º lugar do Grupo 1.

No ano de 1964 a Estação Primeira de Mangueira classificou-se em 3º lugar do Grupo 1, desta vez com o samba-enredo "História de um Preto-Velho", em parceria com Hélio Turco e Pelado da Mangueria.

Entre seus intérpretes estão Roberto Silva e Bezerra da Silva, que gravou "Liberdade".

No ano de 1976, Leci Brandão, no LP "Questão de gosto", interpretou "Casa Grande e Senzala". No ano seguinte, a cantora regravou outro sucesso de sua autoria: "História de um preto velho".

Em 1984, a Escola de Samba Mangueira desfilou no recém inaugurado Sambódromo com um samba-enredo "Yes, nós temos Braguinha", em parceria com Darcy da Mangueira, Jajá, Arroz e Hélio Turco, classificando-se em 1º lugar do Grupo 1.

No ano 2000, sua composição em parceria com Pelado, "Estamos aí", foi gravada no CD "Sambas de terreiro e outros sambas", produzido pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Neste trabalho, a sua colaboração foi inestimável, sendo considerado memória viva da Escola. Participou também deste mesmo disco cantando, ao lado de Nelson Sargento, a faixa "Naquela noite de sereno", de Babaú da Mangueira e Alfredo Português, e na faixa "Sai da minha frente", de Zagaia, além da participação na sua composição "Estamos aí" e na faixa "Quando Xangô pegar o apito", de Nelson Sargento e Marreta. Neste mesmo ano de 2000, presidiu a Ala de Compositores da Mangueira. Ainda neste ano, ao lado de Zédi, Jorginho do Império e Baianinho, participou do show "Encontros com o samba", na casa de show Rio Sampa, no Rio de Janeiro.

Além de integrante da ala dos compositores da Mangueira, fazendo sambas sempre com Jurandir e Hélio Turco, Comprido foi, durante muitos anos, o responsável pela divulgação da escola nos meios de comunicação e, por isso, tornou-se popular em toda a cidade.

Gostava também de preparar coquetéis e, na comunidade da Mangueira, atribui-se a ele a invenção de pelo menos três bebidas que foram populares nos anos 50 e 60: leite de onça, calcinha de nailon e batida de amendoim.

Morreu aos 76 anos, vítima de infarto.


DISCOGRAFIA

(2000) Sambas de terreiro e outros sambas • Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro • CD

FONTE: Dicionário Cravo Albim da música popular brasileira
http://www.dicionariompb.com.br/comprido
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