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Juvenal Lopes
03/05/1900 - 19/02/1981

Compositor.

Nascido em 3 de maio de 1900, passou a infância no bairro de São Cristóvão, onde via o pai, Artur Bolacha desfilar no Grupo dos Prontos pelas ruas do bairro. Em 1910, após a morte do pai, a situação financeira da família ficou apertada e foi com a mãe e os irmãos morar num barraco no Morro de Mangueira.

Viu o samba nascer na cidade e ajudou no seu crescimento. Na adolescência andava cantando pelos botecos da Cidade Nova, onde em cada um deles recebia cerca de 3 mil réis por apresentação para ajudar tanto no seu sustento quanto da família. Nos anos 20 morou numa casa no Estácio, na mesma rua onde ficava a sede da Deixa Falar, tida como a primeira escola de samba do Brasil. Também era costumaz serem perseguidos pela polícia, já que o samba naquela época era conhecido como manifestação de marginais. Juvenal contava que quando a polícia chegava no Estácio, eles corriam para a Mangueira, onde ficava o delegado Nascimento, que lhes dava cobertura para o samba. Graças à ele e a outros personagens marcantes, o samba venceu o preconceito dos anos 20 e chegou aos anos 30 como uma manifestação cultural aceita pela sociedade.

Sempre presente na Estação Primeira de Mangueira desde sua fundação, ajudou a torná-la uma das mais importantes escolas de samba. Se tornou presidente da agremiação em 1963, sempre prezando pela união entre todos os intergrantes para contruir uma escola cada vez mais forte. Conseguiu construiuir a primeira quadra própria da escola, saindo da quadra do Cerâmica F.C., onde ocorriam os ensaios. Como presidente conquistou o bicampeonato em 1967 e 1968.

Sempre foi respeitado por grandes nomes da Mangueira. Carlos Cachaça dizia que Juvenal (Ou Nanau do Estácio como alguns o chamavam) era a própria Mangueira, dada a sua dedicação incansável pela escola.

Após o término de seu mandato, foi escolhido como presidente de honra da escola, cargo que exerceu até o fim de sua vida.

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